Tradicional
O café de todo dia
Encorpado e forte, do jeito que se toma no Paraná. Feito para render no bule da manhã e aguentar a segunda passada da tarde.
Uma torrefação de cidade pequena que faz uma coisa só, há mais de cinquenta anos: comprar café verde, torrar em tambor, moer e embalar.
Cada linha existe para um jeito de tomar café. Nenhuma delas é a mesma torra com outro nome no pacote.
O café de todo dia
Encorpado e forte, do jeito que se toma no Paraná. Feito para render no bule da manhã e aguentar a segunda passada da tarde.
Para quem toma puro
A torra vai um passo além da tradicional. Café de xícara pequena, sem açúcar, para quem sente falta de café quando o café é fraco.
100% arábica
Só arábica, com a torra parada mais cedo. Fica mais doce e mais leve na acidez sem perder corpo — é o café de servir para visita.
Torra da semana
Lote pequeno, torrado mais claro e embalado com a data da torra no pacote. Sai em quantidade limitada: quando acaba, entra o lote seguinte.
Quatro etapas, na mesma ordem, para todo lote que entra na fábrica.

O café verde chega em sacas, é pesado e classificado por peneira. A limpeza tira pedra, pau e grão quebrado antes de qualquer coisa entrar no torrador.

Cada lote tem sua curva de tempo e temperatura, acompanhada do começo ao fim. Terminada a torra, o café cai no resfriador e para de torrar na hora.

O grão descansa para liberar o gás da torra. Só então vai ao moinho, na granulometria que o produto pede: mais fina para o pó, mais grossa para o coador.

Embalado, selado e datado. Cada pacote sai com o número do lote, que permite voltar até o dia da torra e à saca de origem.
A Café Juliana foi aberta em 30 de abril de 1971 e desde então faz a mesma coisa, no mesmo lugar: torra e moagem de café no centro de Faxinal.
Faxinal fica no Vale do Ivaí, no centro-norte do Paraná. Quando a empresa abriu, nos anos 1970, o estado era o maior produtor de café do país e a lavoura estava em toda parte — de cada dez sacas colhidas no Brasil, boa parte saía daqui. A geada de 1975 mudou o mapa do café no Paraná e a região se voltou para outras culturas. A torrefação continuou.

Padaria, restaurante, hotel, mercado, escritório e revenda. A conversa começa pelo consumo: quantos quilos por semana, qual preparo, qual moagem.
Quantos quilos por semana ou por mês, e como o café é preparado no seu estabelecimento.
A granulometria muda de acordo com a máquina ou o coador. Ajustamos e enviamos amostra.
Quantidade fixa em intervalo definido, para o café chegar sempre próximo da data de torra.
Falar com a fábrica é o caminho mais curto: quem atende conhece o produto e consegue responder sobre moagem, prazo e quantidade na mesma conversa.